sábado, 8 de setembro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
por enquanto
Admiro teu modo de viver: esse jeito de fazer o tudo a partir do nada, de tornar o remediado o melhor do mundo. Adoro essa tua capacidade de animar o inanimado, tangenciar as dores para esquecê-las, deixar passar as trevas por saber que, invariavelmente, a luz está logo ali. E esse teu ser criança meio peter pan, o tom do riso, o jeito de mergulhar no mar, de contar histórias com tanto sabor como se fosse a última vez que pudesse contá-las. Você vive todos os dias com a minha intensidade e dá respostas inocentes de menino levado às minhas perguntas - sempre sérias. Você me desmonta. Me desalenta. Me causa novas sensações das quais quero me esquivar.
Não sei se já te contei o tanto que adoro de você.
Você me ensina a ser menos aquela que eu quero menos ser.
Sei que nosso caminho, por vezes, anda descaminhado. Mas não tenho medo de sair da trilha. São várias as estradas que levam a nós.
Não sei se já te contei o tanto que adoro de você.
Você me ensina a ser menos aquela que eu quero menos ser.
Sei que nosso caminho, por vezes, anda descaminhado. Mas não tenho medo de sair da trilha. São várias as estradas que levam a nós.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
precisão
Ando imprecisa. E precisada de mais. Mais suor, mais leitura, mais aventura. Me pergunto porque a vida não pode ser ser só isso - que já é muito. Mas saber que é mais, que pode ser muito mais, é um caminho sem volta: é uma viagem que vicia.
Ando atônita, inquieta, flutuante, precisando de calma produtiva. Dormir não me descansa, falar não me alivia, aquietar não me integra.
Ando apenas. Ando por aí buscando domar meu dragão, minha impulsividade, minha exigência.
Ando sabendo que preciso de muito pouco, mas não sei que cara ele tem.
Ando imprecisa.
Preciso de mim, de volta.
Ando atônita, inquieta, flutuante, precisando de calma produtiva. Dormir não me descansa, falar não me alivia, aquietar não me integra.
Ando apenas. Ando por aí buscando domar meu dragão, minha impulsividade, minha exigência.
Ando sabendo que preciso de muito pouco, mas não sei que cara ele tem.
Ando imprecisa.
Preciso de mim, de volta.
domingo, 29 de julho de 2012
amor bandido
Nem estou certa de que estás, mas sinto seu olhar sobre mim, seguindo meus movimentos pelo lugar. Seus olhos querem disfarçar a vigília, mas não conseguem desviar, porque a gente se imanta. Eu tiro os óculos para embaçar um pouco a vida: às vezes gostaria de não te enxergar. Mas sinto seu cheiro. E isso basta pra eu saber que você está, mesmo que a gente ainda não tenha se cruzado, olá como vai, eu vou indo, e você tudo bem? ... o que é isso de nem precisar encostar minha pele na tua pele pra saber ser a mesma textura, a mesma temperatura? De nem precisar te enxergar pra saber que estás? Pelo faro já sei. E então sair rodopiando pelo salão até o pé criar asas, flutuando, até os rostos colarem de suor, até eu fechar meus olhos por minutos a fio confiando em cada passo que dou com você. Só sei dançar com você.
E então fujo. Fujo das incertezas, das improfundezas.
Eu queria saber dar laços, mas eu só sei dar nós.
E acabo embaraçada toda.
E então fujo. Fujo das incertezas, das improfundezas.
Eu queria saber dar laços, mas eu só sei dar nós.
E acabo embaraçada toda.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
A primeira faz bum, a segunda faz tá
Hoje é dia de palavra que arrase. Que arrase o quarteirão, o coração, a Conceição. "Minha palavra vale um tiro e eu tenho muita munição", porque cansei de fazer cara de paisagem em meio a tanta indecência. A ostentação é indecente. A leviandade me ofende, me afeta, me fode. Me recuso a fazer parte, a ser conivente, a me misturar com a escória. Quem gosta de lavagem é porco. Tô precisando de um conhaque, de um shot, de um chute. Dar um chute. A gol. Anseio por aquele frio na barriga de antigamente, para que alguma coisa me emocione, para que qualquer coisa me motive a dar o primeiro passo. E de repente percebo a raiva como minha aliada. Ela, só ela neste momento, pode me impulsionar.
Agora é:
Atenção,
Disciplina,
Neutralidade emocional,
Observação positiva da realidade.
E chega de mimimi.
Agora é:
Atenção,
Disciplina,
Neutralidade emocional,
Observação positiva da realidade.
E chega de mimimi.
sábado, 14 de julho de 2012
nice 'n' easy
Estamos a caminho do nada. Não adianta contemporizar, adiar, fingir. É preciso de uma boa dose de coragem para admitir certas coisas, e de alguma praticidade para seguir em frente. Coragem me sobra, praticidade me falta. É que eu preciso traçar algum objetivo, começar um livro novo, começar a escrever outro livro, comprar uma casa - ou um all star - para me sentir segura do próximo passo. Preciso cuidar de mim pessoalmente, seguir um pouco os conselhos que dou pros outros. Cuidar do meu coração.
Estamos a caminho do nada, mas você não percebeu. Eu estou pretensiosa, ambiciosa, voluntariosa. Dei um nó em mim mesma e não consigo desatar. Você é um laço de setim: esvoaçante por aí, sem amarras. Eu não queria deixar de te amar, mas é meu dever te alertar que andar a caminho do nada não me faz te querer bem. Já jurei muitas vezes não mais colocar pontos, apenas vírgulas. Mas não consigo viver com este desconforto por tempo nenhum. Paciência é uma virtude que me falta. Então ponto. Estamos a caminho de um fim doloroso, porque todos os fins são mais ou menos dolorosos, mas eu não gostaria de ser protagonista desta vez. Eu não quero mais ser protagonista de fins, entende? E pra isso, não posso começar grandes coisas. Sim, parece contraditório à minha natureza, me privar da vida assim para não sofrer. Mas é uma escolha sensata, depois de tudo. Então me ajuda a fazer tudo isso ser fácil e leve, sem muitas delongas. Nice and easy, pra que o amor permaneça entre nós.
Estamos a caminho do nada, mas você não percebeu. Eu estou pretensiosa, ambiciosa, voluntariosa. Dei um nó em mim mesma e não consigo desatar. Você é um laço de setim: esvoaçante por aí, sem amarras. Eu não queria deixar de te amar, mas é meu dever te alertar que andar a caminho do nada não me faz te querer bem. Já jurei muitas vezes não mais colocar pontos, apenas vírgulas. Mas não consigo viver com este desconforto por tempo nenhum. Paciência é uma virtude que me falta. Então ponto. Estamos a caminho de um fim doloroso, porque todos os fins são mais ou menos dolorosos, mas eu não gostaria de ser protagonista desta vez. Eu não quero mais ser protagonista de fins, entende? E pra isso, não posso começar grandes coisas. Sim, parece contraditório à minha natureza, me privar da vida assim para não sofrer. Mas é uma escolha sensata, depois de tudo. Então me ajuda a fazer tudo isso ser fácil e leve, sem muitas delongas. Nice and easy, pra que o amor permaneça entre nós.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
anemia
De repente, no meio do pontinho de felicidade, a lágrima borra o olho. Passo a ver neblinado, dia cheio de suspiros. Sobretudo quando se aproxima a noitinha, ventosa, farfalhar de folhas enlouquecidas do lado de fora da minha segurança. O gato mia. A garganta dói por algo que não é dito. E sigo sem saber o que dizer. Gostaria de me sentir diferente, de acreditar em olhares cúmplices, na possibilidade de voar juntos, em roteiros de viagem. Mas algo lá no fundo chove. E não para de chover...
terça-feira, 10 de julho de 2012
banho quente
Sorrio pensando que passei um ano tomando banho frio. Não
era um grande problema quando chegava da praia, corpo quente de sol. Mas em
dias chuvosos era uma verdadeira tortura chinesa. Nessa época, namorava um cara
que tinha uma casa com um chuveirão quente, eu costumava dizer que só estava
com ele por causa daquele benesse – e talvez fosse mesmo. A gente teve uma
história conturbada de algumas indas e vindas, e toda vez que terminávamos eu
pensava que um banho frio estava à minha espera. Agora a vida mudou um pouco.
Eu me mudei. Tenho meu próprio chuveiro quente, que está a
postos para fazer minha felicidade nestes dias nublados. Aqui é minha casa, é onde
me sinto bem, onde escolhi estar. Pari uma viagem cheia de sonhos. Voltei
convicta. Sofro porque é da minha natureza mediterrânea, mas sei que tudo não
passa de uma grande brincadeira. E, sejamos honestos, não há um dia em que
brincar não se faça necessário. Loucos, famintos, desamados, buscadores: estamos novamente todos sob o mesmo céu, cheio de estrelas.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
aborígene do lodo
Há dias ele caminha sobre minha cabeça. Veloz. O ruído abafado
de seus passos frenéticos torna minhas noites brancas. Ele é insistente, curioso
demais. Meu maior desejo é que ele se vá. Que se vá para sempre. Meu desejo é
que ele morra. Porque ele estava esperando eu chegar pra me lembrar que ainda
há muito cinza em mim. Eu, euzinha, quem diria, com medo de encarar meu cinza...
Cinza, justamente o tom dos milhares de tons, com tantas nuances, sutilezas. O
tom do equilíbrio perfeito. Ele apareceu pra me lembrar de que nada é preto no
branco, tudo são tons de cinza. Pra me despertar alguma raiva adormecida e um
novo jeito de lidar com ela. Pra me expor ao que se esconde no escuro. Ele
apareceu para me enlouquecer um pouco, afinal esses últimos meses foram de uma
responsabilidade enorme comigo. Foram minha lição de casa. Agora, a prova
final: encarar o rato.
domingo, 27 de maio de 2012
a terceira margem do rio
Quando dei um passo rumo ao outro lado do rio, Red Hot começou a tocar "Parallel Universe" no meu ipod. Essa sincronicidade me fez sorrir secretamente, como se aquele universo paralelo fosse na verdade meu universo particular, como se somente eu no mundo, naquele momento, pudesse compreender o significado daquela coincidencia. "Parallel Universe" era a musica perfeita para cruzar aquela ponte.
A ponte representava o surrealismo indiano que nem Dali, com toda sua criatividade e loucura, pode imaginar. A ponte, diria Lenine, "nao é para ir nem pra voltar, a ponte é somente atravessar, caminhar sobre as aguas desse momento". Me bateu uma nostalgia antecipada ao perceber que aquela seria a ultima vez (desta vez) que cruzaria a ponte. Aproveitei ao maximo todas as sensaçoes, dei passos em camera lenta, troquei longos olhares com estranhos, observei tudo com a inocencia de uma criança, como se fosse a primeira vez. Fui caminhando por entre o barulho, as buzinas, as vacas, os mendigos, os macacos, os turistas, acompanhada pelos urros de Antony Kiedis, que fazia toda aquele fantastico parecer normal, todo aquele universo paralelo estar ao alcance das minhas maos.
Chegando à outra margem, nao olhei pra tras. Olhar pra tras nao serve pra nada, senao pra aprender, pensei. Mas neste momento me faria sentir mais nostalgica. Me restavam apenas algumas horas antes de tomar o taxi para Delhi. Apesar de menos de 300 Km separarem Rishikesh da capital, a viagem poderia durar ate 8 horas, dependendo do transito. Assim, em decisao pensada e cuidadosamente avaliada, contratei um taxi particular para me levar diretamente ao aeroporto, sem a desagradavel passagem pela insana Delhi. Me certifiquei de que o taxista era de confiança e sobretudo de que nao dormiria ao volante, ja que pegariamos a estrada à noite.
Malas prontas, por volta das 23h30, como combinado, o taxi me buscou no ashram. Nao pude deixar de derramar algumas lagrimas nao de tristeza, mas sobretudo de gratidao pelo intenso mes de aprendizados. Tentando me distrair do meu estado emotivo, o motorista se apresentou calorosamente, com seu jeito bonachao, como uma inacreditavel piada pronta:
- Boa noite, madam. Qual seu nome?
- Beta.
- Beta? Prazer, Beta! Meu nome é Sono.
Sono?!?!?!
Achei melhor nao explicar pra ele o que "sono" significava em portugues.
- Prazer, disse. E seja o que Deus quiser.
Entre as muitas coisas que aprendo com a minha mae, a primeira é: confie. E a segunda: ouça atentamente sua intuiçao, ela nunca se engana. Eu estava confiante. No fundo, la no fundo mesmo, eu tinha certeza de que minha integridade fisica nao seria comprometida. No começo da viagem, dei uma relaxada, mas minha intuiçao nao me deixava dormir...
Logo, Sono parou o carro. "Estou cansado". Estavamos na metade do caminho, e poderiamos parar por uma hora para descansar e chegar em Delhi a tempo de pegar meu aviao, afirmou. Concordei, mas dez minutos depois, Sono nao conseguia pegar no sono e resolveu seguir viagem. Trocadilho infame a parte, a viajante aqui começava a ficar tensa. Ainda teriamos mais de tres horas ate Delhi e nao estava muito animada com a perspectiva de um motorista cansado.
Tentei puxar assunto e, de repente, Sono simplismente dormiu ao volante. Dei-lhe um chacoalhao e perguntei se ele queria que eu dirigisse. A resposta veio imeditamente: ele encostou o carro no "acostamento" e pediu para que eu pulasse para o banco do motorista. Enquanto eu dirigia numa estrada indiana, na mao direita, no meio da noite, Sono dormia o sono dos justos praticamente deitado no meu colo - e ganhava 60 dolares por isso! Parallel Universe.
Eu nao sabia se rir ou chorar, mas como em quase todas as situaçoes desta viagem, escolhi o riso. Dirigi por quase duas horas, apreensiva e atenta, zelando pela minha vida que tanto amo, por entre caminhoes na contramao e motoristas sonambulos, buzinando a cada 30 segundos, porque assim se dirige na India. Eu que tanto odeio buzinar, veja voce que ironia... Sono, vez em nunca, abria os olhos e escancarava um sorriso: "indian driver!!! Good!!!". Nas proximidades de Delhi, o transito se intensificou e pedi a Sono que pegasse o volante. Estava cansada e muito brava com a cara de pau dele, mas so queria chegar ao aeroporto o mais rapido possivel.
Quando entrei no aviao, tudo aquilo parecia um sonho. Percebi que o universo paralelo estava muito alem da ponte: o fantastico estava presente em cada momento, em cada cena alucinante dessa incredible India.
Feliz em poder voltar pra casa, adormeci suavemente.
A ponte representava o surrealismo indiano que nem Dali, com toda sua criatividade e loucura, pode imaginar. A ponte, diria Lenine, "nao é para ir nem pra voltar, a ponte é somente atravessar, caminhar sobre as aguas desse momento". Me bateu uma nostalgia antecipada ao perceber que aquela seria a ultima vez (desta vez) que cruzaria a ponte. Aproveitei ao maximo todas as sensaçoes, dei passos em camera lenta, troquei longos olhares com estranhos, observei tudo com a inocencia de uma criança, como se fosse a primeira vez. Fui caminhando por entre o barulho, as buzinas, as vacas, os mendigos, os macacos, os turistas, acompanhada pelos urros de Antony Kiedis, que fazia toda aquele fantastico parecer normal, todo aquele universo paralelo estar ao alcance das minhas maos.
Chegando à outra margem, nao olhei pra tras. Olhar pra tras nao serve pra nada, senao pra aprender, pensei. Mas neste momento me faria sentir mais nostalgica. Me restavam apenas algumas horas antes de tomar o taxi para Delhi. Apesar de menos de 300 Km separarem Rishikesh da capital, a viagem poderia durar ate 8 horas, dependendo do transito. Assim, em decisao pensada e cuidadosamente avaliada, contratei um taxi particular para me levar diretamente ao aeroporto, sem a desagradavel passagem pela insana Delhi. Me certifiquei de que o taxista era de confiança e sobretudo de que nao dormiria ao volante, ja que pegariamos a estrada à noite.
Malas prontas, por volta das 23h30, como combinado, o taxi me buscou no ashram. Nao pude deixar de derramar algumas lagrimas nao de tristeza, mas sobretudo de gratidao pelo intenso mes de aprendizados. Tentando me distrair do meu estado emotivo, o motorista se apresentou calorosamente, com seu jeito bonachao, como uma inacreditavel piada pronta:
- Boa noite, madam. Qual seu nome?
- Beta.
- Beta? Prazer, Beta! Meu nome é Sono.
Sono?!?!?!
Achei melhor nao explicar pra ele o que "sono" significava em portugues.
- Prazer, disse. E seja o que Deus quiser.
Entre as muitas coisas que aprendo com a minha mae, a primeira é: confie. E a segunda: ouça atentamente sua intuiçao, ela nunca se engana. Eu estava confiante. No fundo, la no fundo mesmo, eu tinha certeza de que minha integridade fisica nao seria comprometida. No começo da viagem, dei uma relaxada, mas minha intuiçao nao me deixava dormir...
Logo, Sono parou o carro. "Estou cansado". Estavamos na metade do caminho, e poderiamos parar por uma hora para descansar e chegar em Delhi a tempo de pegar meu aviao, afirmou. Concordei, mas dez minutos depois, Sono nao conseguia pegar no sono e resolveu seguir viagem. Trocadilho infame a parte, a viajante aqui começava a ficar tensa. Ainda teriamos mais de tres horas ate Delhi e nao estava muito animada com a perspectiva de um motorista cansado.
Tentei puxar assunto e, de repente, Sono simplismente dormiu ao volante. Dei-lhe um chacoalhao e perguntei se ele queria que eu dirigisse. A resposta veio imeditamente: ele encostou o carro no "acostamento" e pediu para que eu pulasse para o banco do motorista. Enquanto eu dirigia numa estrada indiana, na mao direita, no meio da noite, Sono dormia o sono dos justos praticamente deitado no meu colo - e ganhava 60 dolares por isso! Parallel Universe.
Eu nao sabia se rir ou chorar, mas como em quase todas as situaçoes desta viagem, escolhi o riso. Dirigi por quase duas horas, apreensiva e atenta, zelando pela minha vida que tanto amo, por entre caminhoes na contramao e motoristas sonambulos, buzinando a cada 30 segundos, porque assim se dirige na India. Eu que tanto odeio buzinar, veja voce que ironia... Sono, vez em nunca, abria os olhos e escancarava um sorriso: "indian driver!!! Good!!!". Nas proximidades de Delhi, o transito se intensificou e pedi a Sono que pegasse o volante. Estava cansada e muito brava com a cara de pau dele, mas so queria chegar ao aeroporto o mais rapido possivel.
Quando entrei no aviao, tudo aquilo parecia um sonho. Percebi que o universo paralelo estava muito alem da ponte: o fantastico estava presente em cada momento, em cada cena alucinante dessa incredible India.
Feliz em poder voltar pra casa, adormeci suavemente.
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